INTRODUÇÃO: CRISTIANISMO E MISSÕES

HISTÓRIA DA IGREJA

 

 

INTRODUÇÃO:  CRISTIANISMO E MISSÕES

 

As duas idéias acham-se inseparavelmente ligadas:

 

É interessante refletir onde estaria o Cristianismo hoje sem o vibrante avanço missionário que se manifestou depois do Pentecostes e continuou vivo durante os séculos seguintes.

O cristianismo, desde o seu início foi diferente de todas as outras religiões.

A ordem de avançar difundindo as Boas Novas, constitui o próprio núcleo de Fé.

 

 

I – OS TRÊS PRIMEIROS SÉCULOS

 

A – Era Cristã

Quando Jesus nasceu, a humanidade já tinha acumulada mais de cinco mil anos de história.

Iniciou aí a Era Cristã, e começou-se a contar tudo de novo, com uma nova contagem de séculos (100 anos forma um século).

 

 

      Jesus 1o Séc. 2o Séc. 3o Séc. 4o Séc.
      Cristo Ano 100 ano 200 ano 300 ano 400

a.C.             3        2      1

 

 

Nos primeiros três séculos de vida, a Igreja sofreu muitas perseguições pelos judeus e também nas mãos do governo romano.

Os judeus não aceitaram Jesus como o Messias prometido porque eles esperavam um rei poderoso que os libertasse do poder romano.

Estevão foi perseguido e morto em Jerusalém porque  pregava Jesus como o Messias (At 7:59).

 

 

 

 

 

ROMANOS CONTRA CRISTÃOS

 

Perseguição local

A partir do Imperador Nero os cristãos foram perseguidos pelo governo romano e acusados de serem anti-sociais, desleais ao imperador e ateus.

Nero foi um dos imperadores romanos mais cruéis.  No seu tempo ocorreu o grande incêndio que consumiu a maior parte de Roma. Há quem aponte Nero como o responsável pelo incêndio. Mas os cristãos foram os acusados de terem provocado o incêndio.

 

Perseguição universal

Em 250 d.C. o Imperador Décio decretou uma perseguição universal aos cristãos que atingiu todo o império romano. Em 303 d.C., outra perseguição foi decretada pelo Imperador Diocleciano, onde as Escrituras Sagradas foram queimadas, milhares de cristãos foram encarcerados e muitos sofreram martírio.

 

Martírio

Grande sofrimento. Mártires foram pessoas que morreram por sua fé religiosa. A palavra mártir significa Testemunha.

O primeiro mártir do cristianismo foi Estevão (At 54.60)

 

Do séc. II ao IV surgiram vários líderes para proclamar, formular e defender a fé.

a) pastores como Policarpo (séc.II) Clemente Roma (séc.II) e Cipriano

(mártir em 258 d.C.)

 

b) os escritores como Clemente de Alexandria (séc. II) Orígenes (185-251 d.C.) e Eusébio de Cesaréia (265-340) autor de uma História Eclesiástica.

 

c) Os apologistas, defensores da fé cristã. Com a perseguição dos cristãos pelos romanos, surgiram na igreja os defensores do cristianismo. Esses homens foram conhecidos pelo nome de apologistas.

 

1- Justino Mártir – Um dos defensores da fé cristã., foi martirizado por causa de sua fé. Escreveu livros e cartas para defender o cristianismo das acusações dos romanos e judeus.

2 – Tertuliano –     Dedicou toda sua vida cristã  escrevendo em defesa do cristianismo. Nasceu e viveu em Cartago, África.

(160-240 d.C.)

 

Outros grandes defensores do cristianismo foram: Qradratus, Taciano e Melito.

Fim da perseguição

O édito de Milão estabeleceu a liberdade religiosa para todos. Foi assinado pelo imperador Constantino e Licínio em 313 d.C.

Édito é uma ordem ou regulamento estabelecido por alguma autoridade.

 

Constantino I “o grande”

Primeiro imperador romano a se tornar cristão.

 

II – OS CONCÍLIOS GERAIS DA IGREJA

 

Concílio

É uma reunião de representantes de igrejas para discutir e decidir assuntos de interesse geral.

 

1 – O concílio de Nicéia (ano 325 d.C.)

O concílio de Nicéia foi convocado por Constantino para evitar que os ensinos heréticos de Ário, dividissem a Igreja. Ário negava a divindade de Cristo, ensinando que Cristo não era eterno. Foi o inspirador da seita Testemunha de Jeová.

 

2 – O concílio de Constantinopla (ano 381 d.C.)

Tratou de vários assuntos, entre os quais o ensino de Apolinário que negava a humanidade de Cristo, ensinando que a mente de Cristo não era humana, somente divina.

Apolinário (bispo), não aceitava que Jesus fosse ao mesmo tempo humano e divino.

 

3 – O concílio de Éfeso (ano 431 d.C.)

O concílio de Éfeso examinou o Pelagianismo, que ensinava que o homem tem o livre arbítrio e que alguns conseguem viver sem pecado.

O Pelagianismo era contra os ensinos de Agostinho, que ensinava que o homem não pode fazer nada sem a graça de Deus.

 

4 – O concílio de Calcedônia (ano 451 d.C.)

Reuniu-se para examinar os ensinos de Eutico, que afirmava que Jesus tinha uma só natureza, a divina, e que sua natureza humana se tornou divina quando se uniu à natureza divina.

 

Sugestões para debates:  Leia At 15 e discuta o concílio de Jerusalém:

–          quem participou e porque foi convidado.

–          há concílios em sua denominação nos dias de  hoje?

–   de que se trata?

 

III – LÍDERES DA IGREJA NO 4o SÉCULO

 

PAIS DA IGREJA

 

João Crisóstomo (Bispo)

Foi notável pregador do evangelho em sua terra natal, Antioquia da Síria. Morreu no exílio devido a sua coragem em denunciar o vício e a corrupção.

João Crisóstomo enviou missionário para levar o evangelho aos pagãos, incluindo os Godos, povos vizinhos do Império Romano.

 

Ambrósio (Bispo)

Escreveu vários livros sobre teologia. Sua contribuição maior foi no campo da música. No tempo de Ambrósio havia poucos hinos, as igrejas cantavam quase sempre os mesmos hinos.

 

Jerônimo (Monge)

A grande contribuição de Jerônimo foi a Vulgata – tradução do Velho e Novo Testamento do hebraico e do Grego, para a língua falada de seu tempo, o latim vulgar.

 

Agostinho (Bispo)

Um dos líderes de maior influência na Igreja do I Século. Suas obras principais foram: Confissões – A graça de Cristo – Pecado original – Cidade de Deus, e trabalhos combatendo heresias como dos pelagianos donatistas e outros.

 

Sugestões para debates:

– Descubra pontos de semelhança entre a vida e conversão de Agostinho, Lutero e Apóstolo Paulo.

– Lembre-se do cargo de Ambrósio antes de sua conversão e responda que tipo de pessoa Deus usa.

 

 

IV – A IGREJA NA IDADE MÉDIA

 

Chamamos de Idade média o período da história que vai aproximadamente da queda de Roma, no ano 410 d.C., até o descobrimento da América, 1492 d.C.

Os primeiros 600 anos foram marcados por guerra. Nos 200 anos seguintes houve um período de mais calma. A Igreja cresceu em influência, chegando ao máximo do seu poder.

 

 

410 d.C.

 

1.000

1.492

Queda de Roma guerras invasões bárbaros cresce influência da Igreja expansão territorial

– descobrimento da  

  América

 

Começo do Papado

 

Gregório VII (1015-1085). Foi o maior de todos os papas medievais. Afirmou a supremacia da Igreja sobre o estado.

A partir de Gregório VII a autoridade e o poder dos bispos de Roma cresceram, e ele passou a ser considerado o bispo de todas as igrejas.

– Três causas principais que levaram o bispo de Roma a transformar-se no bispo de todas as igrejas.

1- Pelo fato do papa ser o bispo da antiga capital do mundo e da tradição de que o 1o bispo de Roma tinha sido Pedro.

2- O império romano já não existia. Em 425 d.C. Roma foi invadida e saqueada pelos bárbaros. Durante 400 anos o papa representou o único governo estável na Europa.

3- Finalmente em muitas ocasiões os papas foram também o governador da cidade de Roma e de grandes regiões da Itália. Isto aumentou muito o seu poder, eles recebiam rendas destas terras e mantinham o exército como qualquer governo civil.

 

O primeiro Papa

Gregório I (590-604) é geralmente considerado como o primeiro Papa. Trabalhou incansavelmente pela purificação da Igreja e opôs-se a venda de cargos religiosos. Exerceu completo domínio sobre as igrejas de quase toda a Europa. Em 476, Roma foi invadida pelos bárbaros e o império romano do Ocidente acabou. Gregório I, entendeu que os bárbaros também precisavam conhecer o Evangelho de Jesus, assim teve início a evangelização dos bárbaros.

 

Inocêncio III, o papa mais poderoso, promoveu uma Cruzada de extermínio contra os Albigenses pois estes não estavam submetendo-se aos ensinos da igreja romana.

 

Gregório IX instituiu oficialmente a inquisição. Era uma organização da igreja. Seu objetivo era descobrir e castigar todas as pessoas que a igreja considerava culpadas de heresia. Os acusados não tinham direito de defesa. Eram presos, torturados, se não negassem a sua fé poderiam ser queimados vivos numa estaca. Acredita-se que entre 1540 e 1570, 900.000 protestantes e judeus foram mortos.

Pio IX (1845 – 1878), durante seu governo foram decretados dois dogmas da Igreja Católica: A Imaculada Conceição (1856), e a Infabilidade Papal (1870).

 

O papel da Igreja na Idade Média

 

Ao mesmo tempo em que a igreja da idade média preservou a civilização e a fé cristã, ela também agiu como um poder de opressão. Grande parte do povo vivia na completa ignorância da Palavra de Deus, por isso o fetichismo e a bruxaria floresciam.

A idade média foi marcada por um movimento evangelístico  missionário; foram para a Inglaterra, Irlanda, Escócia e Alemanha, para evangelizar e ensinar os povos bárbaros que lá habitavam. Os grandes missionários dessa época foram: Patrício, que trabalhou na Irlanda; Bonifácio, que trabalhou na Alemanha; Columba, que trabalhou na Escócia.

 

As cruzadas – Séculos XI – XII – XIII

 

Foram movimentos militares organizados para libertar a Cidade Santa do poder dos infiéis.

Os árabes eram os infiéis que dominavam a Palestina.

A religião dos árabes é o islamismo (um desafio missionário).

 

1. Sua origem e desenvolvimento

No século VIII surge o islamismo na Arábia como uma religião antagônica ao cristianismo. A Era Muçulmana inicia no ano 622 com a Hegira (fuga de Meca) de Maomé, seu fundador.

Impulsionados por uma irresistível sede de conquista, os muçulmanos se apoderaram de grande parte do território cristão. Em um século a Síria, Ásia Menor,  Mesopotâmia e o Egito com suas principais cidades caíram sobre o seu domínio. Em 711 entrou na Espanha.

 

2- Sua Doutrina

A Bíblia do Islã é o Alcorão, livro que segundo eles, contém a revelação recebida por Maomé. O profeta do Islã é Maomé, que prega um só Deus e Maomé o seu profeta. O deus do Islã é apresentado como uma pessoa, mas é um deus carente de amor para com as suas criaturas.

O Islã é um desafio à Igreja, desde o seu início tem se constituído a religião mais adversa e fechada ao Evangelho. Embora as Cruzadas não tenha alcançado o  objetivo de reconquistar Jerusalém dos Árabes, despertou interesse missionário em algumas pessoas. Um deles foi Raimundo Lulio.

 

Ordem dos dominicanos

Fundada por Domingos de Gusmão, em 1215 – com o propósito de ensinar o povo através da pregação da verdade cristã. Essa pregação deveria acabar com a heresia dos Cataristas e Valdenses,.que eram grupos religiosos, piedosos e sinceros mas seus ensinos eram considerados pela igreja como heréticos. Estes se aliaram à reforma.

 

Ordem dos franciscanos

Foi fundada em 1210 por Francisco de Assis. Seu trabalho era bem amplo, eles ajudavam  o povo nas necessidades materiais e espirituais. Esses homens eram dedicados a Roma e cheio de zelo santo, mas sua obra para Cristo no tocante ao cristianismo bíblico é muito duvidosa.

 

Renascimento

Durante a Idade Média o povo viveu em escravidão intelectual e oprimido pela teologia e hierarquia da igreja romana. O renascimento restaurou a liberdade de pensamento,  atingiu também a vida religiosa e estimulou a reforma.

 

Reforma religiosa – (Séc XVI)

O movimento de reforma apareceu primeiro na Alemanha. Martinho Lutero, foi o líder, homem estudioso e crente sincero, preocupado com  a salvação de sua alma. A igreja de Roma havia colocado um abismo de obrigações e deveres entre o homem e a sua salvação. Havia todo um ritual de confissões e penitência, indulgências que a pessoa tinha que cumprir para ganhar a sua salvação.

Lutero escreveu noventa e cinco teses, quase todas combatendo as indulgências. Insatisfeito espiritualmente, um dia abriu a Bíblia em Romanos 1:17 e leu: “O justo viverá pela fé”. Lutero aprendeu que a salvação vem pela fé em Jesus Cristo, e não pelos ritos da Igreja.

 

Pontos principais da reforma:

Porque recusou aceitar o papa e os concílios como autoridade:

a- Justificação pela fé somente

b- Sacerdócio Universal do crente

c- Supremacia da Palavra de Deus como contida nas Escrituras e o direito do livre exame por parte de cada crente.

 

O desejo da reforma espalhou-se por toda a Europa.

 

Zuinglio

Foi o principal reformador da Suiça Alemã. Convencido de que a Bíblia é a única autoridade em matéria de religião, começou o seu trabalho de reforma na Igreja pregando uma série de sermões baseados nos livros do Novo Testamento. Aos poucos na Igreja da Suiça foram abandonados as indulgências, as missas, celibatos e as imagens.

 

João Calvino – Em Genebra 1536

Calvino estava a caminho de Estrasburgo onde pretendia viver uma vida tranqüila, estudando e escrevendo. Mas foi intimidado, em nome de Deus a aceitar uma posição de liderança na cidade de Genebra.

 

Três aspectos importantes do trabalho de Calvino:

a) Governo da Igreja

b) Ordem de Culto

c) Sistema de Educação

 

 

Sugestões para debates e reflexão:

1- A igreja hoje precisa de reforma – Porque?

2- Discuta as indulgências – Você conhece algo parecido em nossos dias?

3- Procure descobrir o valor da Bíblia de Lutero para o povo Alemão.

4- Quem é autoridade máxima de sua igreja? E de sua vida?

Apesar dos reformadores não exercerem muito esforço missionário ainda assim traduziram as Escrituras para a linguagem do povo e estabeleceram novas bases doutrinárias com aplicação missionária.

 

O movimento Pietista – (Século XVII – XVIII)

 

I- Definição e início do pietismo

É um movimento de renovação espiritual e surgiu com a reação à rigidez doutrinária e a  indiferença da igreja quanto à vida cristã prática. Foi iniciada

pelo líder Lutero Jacob Spencer (1635-1705). Ele organizou um grupo de oração chamado “Comunidade de Piedade” e escreveu o livro “Desejo Piedoso”.

 

II- A Universidade de Haia – Séc XVIII

Na Holanda se tornou o centro de propaganda do Pietismo. Muitos líderes formados neste centro foram enviados a outros lugares pela sociedade missionária da Inglaterra, Holanda e Dinamarca.

 

III – Os Morávios e as missões

O impulsionador da atividade missionária dos Morávios foi o Conde Von Zinzendorf (1700-1760). O Senhor usou a influência Pietista para imprimir nele uma paixão pelos não redimidos de outros lugares.

Os morávios iniciaram os trabalhos evangélicos no Caribe, India, Guiana Holandesa e em 1849 na Nicarágua.

 

IV- Movimento Wesleyano – Século XVIII

O conhecimento dos irmãos Wesley, Charles (1707-1777) e John (1703-1791) ministros anglicanos como os morávios, foi decisivo no despertamento espiritual, e no movimento Metodista que se formou depois na Inglaterra em forma de sociedade religiosa, dentro da Igreja Anglicana. O movimento também se espalhou na América do Norte.

Os benefícios do movimento Wesleyano na expansão da Igreja foram muitos:

a) Sociedade missionária

b) Sociedade bíblica

c) Sociedade evangélica

 

Não foi tanto um movimento missionário evangelístico na própria expressão da palavra mas sim um movimento revolucionário, que teve como resultados movimentos evangelísticos, em face a tradução da Bíblia, entregando-A ao povo para ser lida. Houve alguns movimentos como o Movimento Pietista que influenciou o movimento Morávio de 100 anos de oração, que por sua vez influenciou o movimento Wesleyano e etc.

Estes fatos decisivos se conjugaram para que missões modernas surgissem como força viva e permanente.

 

 

V- O grande Movimento Missionário – 1700/1914

Na continuidade do movimento morávio mais de 2000 missionários em 150 anos, foram enviados para Rússia, India, Ceilão, India Ocidental, África (norte e sul), Groelândia e Américas  (norte, central, sul). Muitos homens passaram para a História de Missões pela sua audácia e dedicação.

 

William Carey – na India

Influenciado pelos Wesley estudou na Inglaterra e em obediência à Bíblia e ao Senhor, partiu para a India em 1753. Sua base foi em Singapura, traduziu as Escrituras e porções dela, em mais de 30 idiomas da região. Escreveu gramáticas, dicionários e fundou colégios.

 

David Livingstone – na África

Depois de convertido e convencido do chamado de Deus, fez medicina na China; Incentivado por seu pai e pastor foi enviado à África pela Sociedade Missionária de Londres. Atacou diretamente o tráfico de escravos e influenciou imensamente o campo social até hoje carente.

 

John Willians – na Oceania

Fixando-se no Taiti criou um centro de treinamento de obreiros para enviá-los às Ilhas da região, onde o evangelho logo se espalhou. Em 22 anos de ministério, viveu entre canibais traduzindo a Bíblia.

 

Diego Thompson e Francisco Pensotti – na América Latina

Usando o sistema de: os maiores ensinam os menores, distribuiram e ensinaram a Bíblia. Thompson enfrentou resistência católica no Peru e Pensotti ficou preso ali  9 meses por ter propagado a Palavra de Deus. Thompson trabalhou também na Colômbia e Cuba.

 

V- MISSÕES MODERNAS –  desde 1914

 

A igreja atual tem o desafio de mais de ¾ da população do mundo,  2,4 bilhões de pessoas precisam de Cristo tanto quanto você, e 2,125 bilhões de pessoas se dizem cristãs e não são. (Fp 25:8)

 

Povos não Alcançados

Mais de 2.400.000 vivem em mais de 17.000 grupo étnicos diferentes

(Mt 28:19). A maioria dos missionários trabalham entre os cristãos ou povo próximos dos cristãos. É necessário um grande número de missionários pioneiros para alcançar os povos não alcançados.

 

A Bíblia inteira esta traduzida em 277 idiomas. O NT em 518 idiomas.

Trechos menores está traduzido em 944 idiomas.

Nada receberam ainda – 3.164 idiomas.

Há no mundo 5.105 idiomas aproximadamente.

 

 

No Brasil:   200 grupos tribais

160 línguas aproximadamente

60 tem parte do Novo Testamento

+- 100 nada sabem do amor de Deus

 

No mundo

7.000 grupos tribais com 3.000 idiomas diferentes – a maior tarefa

4.000 grupos entre os muçulmanos – 580 idiomas

3.000 grupos entre os Hindus – 1.000 idiomas

2.000 grupos entre os chineses – mais próximos a outros cristãos

1.000 grupos entre os Budistas

2.000 grupos entre os restantes do  mundo.

 

26 pessoas morrem a cada 10 segundos:   2 budistas,  4 hindus, 5 muçulmanos,  7 cristãs,  4 católicas,  3 protestantes,  8 são sem religião;

Quantos destes passarão a Eternidade sem Cristo?

O Deus que confundiu as línguas é o mesmo que deixa em cada cultura um subsidio de si, e também deu o Seu Único Filho para Missões, e espera que homens se entreguem ao seu chamado (Is 6:8a) (Mt 28:18) (Mc 16:15-18)     (Lc 24:46-49) (Jo 20:21) (At 1:8).

 

O Plano de Deus

O plano de Deus para a construção da Igreja inclui pedras vivas (I Pe 2:5), de todas as tribos, povos, raças, línguas, culturas e nações (Is 66:18).

Para missões precisamos ver como Deus vê (I Co 15:36-37). Qualquer que não morrer não poderá renascer.

Não podemos olhar uma semente simplesmente como uma semente qualquer  ou um produto comestível. Esta, sendo plantada, morre e germina gerando milhões de outra conforme o cultivo. Existem 20 milhões (aprox.) de crentes evangélicos no Brasil. Diz Gilberto Pickering: se cada um discipulasse e conseguisse passar vida para seus discípulos em apenas um ano, em 4 anos no máximo toda a população do Brasil teria Cristo como Salvador (o celeiro de missões).

 

Porém hoje os filhos chamados de Deus dizem:

Eu sou de Paulo (da Igreja Presbiteriana), eu sou de Apolo (da Igreja Assembléia de Deus), eu sou de Cefas (O Brasil para Cristo), eu sou de fulano (da Igreja Batista).

I Co 1:12 -13: “Está Cristo dividido?”

O pastor Paulo foi crucificado por vocês ou no vosso lugar?

Vocês foram batizados em nome de Paulo?

 

BIBLIOGRAFIA

História da igreja  –  Robert Hasting Nichols  – Casa Editora Presbiteriana

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