Aula – SIGAS – Missionários enviados para a Europa para evangelização

MOVIMENTOS MISSIONÁRIOS NA CONSOLIDAÇÃO DO PODER PAPAL
Missionários enviados para a Europa para evangelização

Patrício (390-491) conhecido como apostolo da Irlanda, fundava Igrejas centradas (na visão) dos mosteiros. 200 Igrejas foram implantadas por ele. Característica marcante dele era fazer todas as coisas dando a Glória a Deus
Columba (521-597) conhecido como apostolo da Escócia, era monge e fundou um mosteiro na Ilha de Iona, na Escócia para evangelizar os escoceses, tornando-se um centro missionário.
Agostinho da Cantuária – primeiro arcebispo de Cantuária, beneditino, enviado por Gregório, o Grande, juntamente com um grupo de monges, tiveram como objetivo a evangelização da Inglaterra . O seu método missionário se diferenciava de Patrício e Columba – Ele buscava a conversão em massa, não individual (do coração).
Aidão – monge, missionário de Iona, evangelizou parte da Inglaterra e fundou o mosteiro na ilha de Lindisfarne.
Bonifácio (680-754) – Apostolo dos Alemães, monge beneditino inglês que evangelizou a Bélgica e a Holanda (732), protegido pelo Rei Carlos Martel responsável por comandar a vitória sobre os Árabes na Batalha de Tours em (732). Bonifácio e 50 auxiliares foram mortos pelos bárbaros na Holanda. Foi o mais ativo e bem sucedido missionário da Europa Medieval.

O MOVIMENTO MONÁSTICO

Monasticismo: Forma de vida nas tradições católicas e ortodoxas oriental, que sublinha o celibato, a vida em comunidade, a pobreza, a adoração em conjunto, o silêncio e a contemplação. Este movimento desenvolveu os mosteiros como lugares em que os monges pudessem viver e trabalhar juntos geralmente separados da sociedade.

Este movimento começou pela grande quantidade de bárbaros que freqüentavam a Igreja trazendo suas práticas semipagãs para dentro da dela. (imoralidades entre os ricos) Era um refúgio contra a decadência.

As principais ordens
Cada mosteiro era independente sob a liderança do seu próprio abade (deriva do siríaco abbâ (através do étimo hebraico ab) –, significa pai e tem sido utilizada como título clerical). VAbba/ אבא;
Abba = “pai”
Os Governos dos mosteiros eram centralizados. Havia uma rede de mosteiros sob a autoridade de Cluny. Haviam conferencias anuais, um concílio de abades tendo como presidente Citeaux
Beneditinos Cluniacesnses Cistercienses
Fundado em 529 por Benedito de Núrsia em Monte Cassino na Itália. 1ª ordem monástica Ocidental baseada na “Regra de “Benedito” – suas principais ênfases eram: vida em comunidade, moderação, obediência ao abade e trabalho físico.
Fundado em 909 em Cluny, França. Os papas GregórioVII e Urbano II. Essa ordem buscava reformar a Igreja, o papado e o movimento monástico. Suas principais ênfases eram: celibato (clero e monges). Obediência ao abade e ao papa, pobreza, oração e leitura das Escrituras.
Fundado em 1908, por Roberto de Molesme (1027-1111) em Citeaux, na França. Tinha como objetivo reformar o movimento monástico. Principais ênfases eram: Santidade de Vida, simplicidade no trabalho físico. Principal membro: Bernardo de Claraval (1090-1153) escreveu uma série de pregações chamada de “Homilias sobre Cântico dos Cânticos” destacando o amor de Deus. Defensor da Reforma da Igreja

Cônegos de Agostinho Franciscanos Dominicanos

Membros significativos: Tomás Kempis e Martinho Lutero. Principais ênfases da ordem agostiniana: vida em comunidade, para adorar a Deus, dividir os bens e moradia, servir no mundo se abandonar ministério.

Fundado 1210 por Francisco de Assis, antes da sua conversão era um devasso filho de um comerciante . Perguntaram a ele por que Deus havia o escolhido e ele respondeu: Fui escolhido por que não havia ninguém pior do que eu. Principais ênfases: serviço e a pobreza (Mt.10:7-10), castidade, obediencia ao papa, o culto e a pregação. Atuação missionária: Espanha, Índia, China e América. Essa ordem buscou ministrar nas universidades, em missões e em hospitais. OS FRANCISCANOS BUSCAVAM as “ovelhas perdidas” do mundo.
Fundado em 1216 por Domingos Gusmão na Espanha e na França. Seus maiores membros foram: Alberto, o Grande, Thomas de Aquino e o pré- reformados Jerônimo Savonarola. Objetivo da Ordem: Pregar a ortodoxia e refutar a heresia. Principais ênfases: castidade, obediência ao papa, culto com pregação na língua do povo e a erudição teológica. O Governo desta ordem era ligado diretamente ao papa. Seus interesses eram a evangelização dos mulçumanos e judes. Foi um braço da Inquisição
Existiam 3 ordens militares: Hospitalários, os Templários e os cavaleiros Teotônicos.

Hospitalários
A Ordem dos Hospitalários integrava-se na Ordem dos Templários; o seu braço de assistência na manutenção e cura de problemas de saúde.

É ainda designada como:
Ordem Soberana e Militar de Malta ou Ordem de São João de Jerusalém.
Actualmente é conhecida como Ordem de Malta, mas a sua designação exacta é de Ordem Soberana Militar e Hospitalar de S. João de Jerusalém de Rodes e de Malta.

Em Portugal, a sua presença fez-se sentir.

De realçar a constante investigação por parte dos seus elementos no sentido de auxiliar, manter e curar os males do corpo, da mente e, da Alma.
Tudo fizeram para acumular conhecimento, nomeadamente, na aprendizagem com os povos por onde foram passando, da recolha de ervas e outros produtos até então, por eles, desconhecidos. Foi uma enorme recolha e um estudo aprofundado da natureza humana e da natureza propriamente dita.
Com o enorme conhecimento acumulado, vieram enormes responsabilidades e, ao mesmo tempo, grandes complicações com o conhecimento vigente na Europa de então.
Muitas das vezes, eram acusados de heresia e bruxaria! …

Ainda hoje detêm grande Conhecimento, Humildade, e Serviço em prole dos demais.

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim”Pauperes commilitones Christi Templique Solomonici”), mais conhecida como Ordem dos Templários ou Ordem do Templo (em francês “Ordre du Temple” ou “Les Templiers”), foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria[1]. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de assegurar a segurança dos muitos cristãos que voltaram a fazer aperegrinação a Jerusalém após a sua conquista.
Oficialmente aprovada pela Igreja Católica em torno de 1129[2], a Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a cristandade, e cresceu rapidamente quer em membros quer em poder. Os cavaleiros templários, em seus característicos mantos brancos com a cruzvermelha, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas[3]. Os membros não-combatentes da Ordem geriam uma vasta infra-estrutura econômica em todaCristandade, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistemabancário[4], [5] e erguendo muitas fortificações por toda a Europa e a Terra Santa.
O sucesso dos Templários esteve estreitamente vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França, influenciado porGuilherme de Nogaret, profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar oPapa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos, torturados até darem falsas confissões, e então, serem queimados em estacas[6]. Em 1312, o Papa Clemente, sob contínua pressão do rei Filipe, dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que têm mantido o nome dos Templários vivo até aos nossos dias.

As cruzadas

A Primeira Cruzada foi proclamada em 1095 pelo papa Urbano II com o objectivo duplo de auxiliar os cristãos ortodoxos do leste e libertar Jerusalém e a Terra Santa do jugo muçulmano. Na verdade, não foi um único movimento, mas um conjunto de acções bélicas de inspiração religiosa, que incluíu a Cruzada Popular, aCruzada dos Nobres, a Cruzada Germânica e a Cruzada de 1101.
Começou com um apelo do Imperador Bizantino Aleixo I Comneno ao papa para o envio de mercenários para combater os turcos seljúcidas na Anatólia. Mas a resposta do cristianismo ocidental rapidamente se tornou em uma verdadeira migração de conquista territorial no Levante. Nobreza e povo de várias nações da Europa Ocidental fizeram a peregrinação armada até à Terra Santa, por terra e por mar, e tomaram a cidade de Jerusalém em Julho de 1099, criando o Reino Latino de Jerusalém e outros estados cruzados.
A Primeira Cruzada representou um marco na mentalidade e nas relações de cristãos ocidentais, cristãos orientais e muçulmanos. Apesar das suas conquistas terem eventualmente sido completamente perdidas, também foi o início da expansão do ocidente que, juntamente com a Reconquista da Península Ibérica, resultaria na aventura dos descobrimentos[1] e no imperialismo ocidental.

1° Perseguição dos Turco contra os peregrinos europeus.
2° Império Bizantino (Antigo império romano do Oriente) corria riscos por uma invasão turca. Razões econômicas: interesse dos Italianos em aumentar suas negociação do o oriente próximo utilizando-se do saque estabelecendo feudos nos lugares sagrados e paixão pela aventura militar santificada pela Igreja.

As Cruzadas são tradicionalmente definidas como expedições de caráter “militar” organizadas pela Igreja, para combaterem os inimigos do cristianismo e libertarem a Terra Santa (Jerusalém) das mãos desses infiéis. O movimento estendeu-se desde os fins do século XI até meados do século XIII. O termo Cruzadas passou a designá-lo em virtude de seus adeptos (os chamados soldados de Cristo) serem identificados pelo símbolo da cruz bordado em suas vestes. A cruz simbolizava o contrato estabelecido entre o indivíduo e Deus. Era o testemunho visível e público de engajamento individual e particular na empreitada divina.

Partindo desse princípio, podemos afirmar que as peregrinações em direção a Jerusalém, assim como as lutas travadas contra os muçulmanos na Península Ibérica e contra os hereges em toda a Europa Ocidental, foram justificadas e legitimadas pela Igreja, através do conceito de Guerra Santa — a guerra divinamente autorizada para combater os infiéis.

“Para os homens que não haviam se recolhido a um mosteiro, havia um meio de lavar suas faltas, de ganhar a amizade de Deus: a peregrinação. Deixar a casa, os parentes, aventurar-se fora da rede de solidariedades protetoras, caminhar durante meses, anos. A peregrinação era penitência, provação, instrumento de purificação, preparação para o dia da justiça. A peregrinação era igualmente prazer. Ver outros países: a distração deste mundo cinzento. Em bandos, entre camaradas. E, quando partiam para Jerusalém, os cavaleiros peregrinos levavam armas, esperando poder guerrear contra o infiel: foi durante essas viagens que se formou a idéia da guerra santa, da cruzada”.

O movimento cruzadista foi motivado pela conjugação de diversos fatores, dentre os quais se destacam os de natureza religiosa, social e econômica. Em primeiro lugar, a ocorrência das Cruzadas expressava a própria cultura e a mentalidade de uma época. Ou seja, o predomínio e a influência da Igreja sobre o comportamento do homem medieval devem ser entendidos como os primeiros fatores explicativos das Cruzadas.

Tendo como base a intensa religiosidade presente na sociedade feudal a Igreja sempre defendia a participação dos fiéis na Guerra Santa, prometendo a eles recompensas divinas, como a salvação da alma e a vida eterna, através de sucessivas pregações realizadas em toda a Europa.
O Papa Urbano II, idealizador da Primeira Cruzada, realizou sua pregação durante o Concílio de Clermont rompida com a separação da Igreja no Cisma do Oriente, o Papa assim se dirigiu aos fiéis: ” Deixai os que outrora estavam acostumados a se baterem impiedosamente contra os fiéis, em guerras particulares, lutarem contra os infiéis. Deixai os que até aqui foram ladrões tornarem-se soldados. Deixai aqueles que outrora bateram contra seus irmãos e parentes lutarem agora contra os bárbaros como devem. Deixai os que outrora foram mercenários, a baixo soldo, receberem agora a recompensa eterna. Uma vez que a terra onde vós habitais, é demasiadamente pequena para a vossa grande população, tomai o caminho do Santo Sepulcro e arrebatai aquela terra à raça perversa e submetei-a a vós mesmos”.

A ocorrência das Cruzadas Medievais deve ser analisada também como uma tentativa de superação da crise que se instalava na sociedade feudal durante a Baixa Idade Média. Por esta razão outros fatores contribuíram para sua realização.
Muitos nobres passam a encarar as expedições à Terra Santa como uma real possibilidade de ampliar seus domínios territoriais.
Aliada a esta questão deve-se lembrar ainda de que a sucessão da propriedade feudal estava fundamentada no direito de primogenitura. Esta norma estabelecia que, com a morte do proprietário, a terra deveria ser transmitida, por meio de herança, ao seu filho primogênito. Aos demais filhos só restavam servir ao seu irmão mais velho, formando uma camada de “nobres despossuídos” — a pequena nobreza — interessada em conquistar territórios no Oriente por meio das Cruzadas.

Tanto a Cruzada Popular como a das Crianças foram fracassadas. Ambas tiveram um trágico fim, devido à falta de recursos que pudessem manter os peregrinos em sua longa marcha. Na verdade, as crianças mal alcançaram a Terra Santa, pois a maioria morreu no caminho, de fome ou de frio. Alguns chegaram somente até a Itália, outros se dispersaram, e houve aqueles que foram seqüestrados e escravizados pelos mulçumanos. Com os mendigos da Cruzada Popular não foi diferente. Embora tivessem alcançado a cidade de Constantinopla (sob péssimas condições), as autoridades bizantinas logo trataram de afastar aquele grupo de despossuídos. Para tanto, o bispo de Constantinopla incentivou os peregrinos a lutarem contra os infiéis da Ásia. O resultado não poderia ser outro: sem condições para enfrentar os fanáticos turcos seldjúcidas, os abnegados fiéis foram massacrados. Além dessas duas cruzadas, tiveram ainda oito cruzadas oficialmente organizadas, em direção à Terra Santa.

Aplicações
1- Fazer missões faz parte da própria fé cristã. A Igreja quando faz missões está dando continuidade à obra missionária destes homens. Mesmo em época de escuridão espiritual, Deus não se deixa ficar sem testemunhas (Rm 11:5-8).
2- O movimento monástico trouxe vários benefícios culturais ocidentais, entretanto, muitos dos que ingressaram na vida monástica deixaram de influenciar diretamente a sociedade onde viviam. O celibato impossibilitou a estes homens e mulheres o casamento e com isto, a criação de crianças melhores. Isso gerou um padrão de moralidade entre os monges e em muitos casos favorecendo o orgulho espiritual. Os mosteiros se tornaram ricos, o ócio, avareza e glutonaria se tornaram comum. Este movimento contribuiu para o rápido desenvolvimento de uma hierarquia centralizada na Igreja Medieval.
3- As principais conseqüências das cruzadas foram: enfraquecimento do feudalismo medieval, centralização do controle com a ajuda da classe media, aumento do prestigio do papado por um tempo e surgimento de ordens militares. A persuasão substituiu a força na evangelização dos mulçumanos. Outro fato importante: a filosofia, a ciência e a literatura árabe chegaram a Europa ocidental e foram estudadas pelos escolásticos, tentando fazer uma síntese entre este saber e a revelação cristã.

PRÉ HISTÓRIA HISTÓRIA
Idade Antiga Idade Média Idade Moderna Idade Contemporânea
Criação • 4000 • 476 • 1453 • 1789
ERA CRISTÃ
30-600 600-1500 1500-1650 1650
Antiga Medieval Renascentista e Reformada Moderna
1-NT
2-Ante Nicena
3-Pós Nicena

1- sob o poder temporal
2- sob a hierarquia papal
1-Declinio católico
2-Reforma
(31 de outubro de )
1- Ortodoxia e Racionalismo
2- Tempos Modernos

Escolástica

Tempo das grandes realizações no campo do saber, Universidades (Oxford e Cambridge) fundadas em toda a Europa, entretanto, um tempo de muita apostasia que levou muitas pessoas a morte por irem contra a Igreja.

Este período tinha como objetivo formar um sistema doutrinário claro e definitivo.

Escolasticismo
Tradição acadêmica das escolas medievais, mais especificamente, porém método de reflexão filosófica e teológica esboçado de forma sucinta por Tomás de Aquino.
Na tentativa de entender melhor os profundos significados da doutrina cristã, o escolasticismo buscava sintetizar a filosofia clássica grega e romana com os escritos cristãos e as Escrituras usando o aristotelismo e o platonismo para proporcionar uma estrutura sistemática clara e bem definida. Após a Reforma, alguns teólogos protestante deram continuidade à tradição escolástica, sobretudo quando se concentravam na busca da doutrina correta, entendia na forma de afirmações ou proposições corretas.

Principais teólogos

 Anselmo(1033-1109)
 Pedro Abelardo (1079-1142)
 Tomas de Aquino (1224-1274) Filósofo e Teólogo – monge dominicano
Tomas desmascarou a ameaça da Teologia aristotélica (árabes)e a tornou parte do arsenal cristão, criando uma nova filisofia cristã.
Aquino criou “cinco vias” ou provas da existência de Deus.
Crise da Igreja Católica Medieval

Este crise preparou o caminha para a Reforma
1ª crise
Crise de autoridade – a autoridade nas pessoas do papa e do clero foram desafiadas.
Em 1302 Bonifácio VII fez uma bula chamada “Unam Sanctum” onde afirmava que todo poder espiritual e temporal pertence a Pedro e aos seus sucessores, os papas e que para a Salvação era necessário sujeitar-se a ele.
2ª crise
Crise na espiritualidade ou necessidade de uma nova visão de vida cristã
3ª crise
Crise da Salvação

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s