07 MOTIVOS PARA ABANDONAR A IGREJA.
TEXTO – LUCAS 24:13-35.
INTRODUÇÃO – A cada ano milhares de pessoas se convertem e ingressam numa igreja evangélica. Mas, também, a cada ano, muitos abandonam suas igrejas, fazendo-as parecer um imenso corredor: muitos entrando pela porta da frente; um bom tanto deles saindo pela porta dos fundos. Ouvimos diversas explicações. Alguns dos motivos apresentados até que são relevantes; outros, porém, são meras desculpas. Mas, no fundo nós sabemos que “nada pode nos separar do amor de Deus”; em outras palavras, nada é suficientemente forte para afastar da casa de Deus um verdadeiro filho de Deus.
Este fenômeno, no entanto, não é novo. Se consideramos que a igreja cristã nasceu na manhã da Páscoa, no dia da ressurreição de Jesus, então, à tarde daquele mesmo dia ela já tinha dois “desviados”. Lucas 24:13-35.
Aos que abandonaram suas igrejas ou estão pensando em fazê-lo, quero dizer-lhes as mesmas palavras de Jesus àqueles dois discípulos a caminho de Emaús: Vocês são LOUCOS E DUROS DE CORAÇÃO! Sei que estas palavras são pesadas, mas é exatamente isto que significa a frase de Jesus: “Néscios e tardos de coração para crer”…”.
LOUCOS E DUROS DE CORAÇÃO!
Porque Jesus foi tão severo com eles? Porque seus motivos para abandonar a igreja eram banais e fruto de seus corações endurecidos.
Impressionante, estes mesmos motivos podem ser encontrados nas conversas com os “desviados”.
As palavras de Cleopas e de seu companheiro de viagem revelam-nos toda a verdade de seus corações. Vamos analisar o texto? Vemos ver quais motivos levaram estes dois a fazer tal loucura?
1º Razão: Dar ouvidos à conversa fiada – vs. 13-14.
Para que alguém se converta e una-se a uma igreja evangélica, muitas pessoas, de muitas igrejas diferentes, colaboram para isso: Um lhe fala de Jesus pela primeira vez, outro lhe entrega alguma literatura, alguém ora por ele e com ele, outro o socorre numa hora de aflição, alguém o convida, outro o traz ao templo, e assim por diante.
No entanto, quando alguém chega a se afastar do caminho, geralmente é pelas mãos de uma única pessoa. Muitas vezes pelas mãos de alguém que ele conheceu na própria igreja e que se fez seu amigo. Alguém que conversa muito ele, mas, ao invés de encorajar, como recomendam as Escrituras, leva-o a se desviar.
Veja no texto bíblico: “Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús distante de Jerusalém sessenta estádios. E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas”.
O que havia em Emaús era uma aldeia tão pequena e inexpressiva, em termos históricos, que só sabemos que ela existiu por causa deste relato bíblico; mas, mesmo que Emaús fosse uma grande cidade, o que poderia haver lá que fosse mais importante que a notícia da ressurreição? Nada! Absolutamente nada!
A verdade é que, enquanto a igreja estava reunida lá em Jerusalém, tentando assimilar os últimos acontecimentos e esclarecer o sumiço do corpo de Jesus, estes dois discípulos estavam voltando para sua antiga vidinha, lá em Emaús. Abandonaram a igreja.
Porque? Por vários motivos e um deles foi por causa de conversa fiada, pois, como o texto bíblico relata, eles “… iam conversando” pelo caminho.
O texto bíblico não diz quem desviou quem, mas, como a repreensão de Jesus foi muito severa e somente o nome de um deles é citado, não corremos muito risco em afirmar que Cleopas era o conversador e, o outro, aquele que lhe deu ouvido.
Ter amigos na igreja é muito saudável e recomendável, mas, cuide-se, há muitos “Cleopas” por ai a fora, pessoas mal resolvidas em sua fé em Nosso Senhor Jesus, pessoas que querem sair da igreja, mas, como seus motivos são meras desculpas, precisam de alguém que lhe dê ouvidos, alguém que concorde com ele e, de preferência, que saia da igreja junto como ele, para que ele se sinta menos mal e culpado.
2ª Razão: Cegueira espiritual – vs. 15-16.
O texto fala de uma espécie de “cegueira espiritual”. Veja.
“Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Os seus olhos, porém estavam como que impedidos de reconhecer”.
Eles estavam tão compenetrados em si mesmos, tão envolvidos em suas próprias desculpas e justificativas, tão convictos em sua discussão, que nem puderam notar que era o Cristo ressurreto que caminhava com eles.
Imaginem o ridículo da situação, Iremos ver, logo adiante, que eles não aceitam a notícia da ressurreição. Provavelmente estavam dizendo: Esta coisa de ressurreição é coisa de louco! É histerismo coletivo! E, ali ao seu lado, estava aquele de quem eles estavam falando.
Observe outra coisa muito interessante: eles (que estavam cegos) julgaram-se mais informados que o próprio Cristo:“És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias?”.
As pessoas que abandonaram o Caminho encontram-se em condições espirituais semelhantes, isto é, cegos. Estão tão preocupadas consigo mesmo que, literalmente, se tornam incapazes de perceber a realidade. Pior que isso, além de estarem cegas, acreditam que são as únicas que enxergam. Enchem o peito de razão, mas, fazem papel de ridículos ao discutirem temas sobre os quais não tem o menor conhecimento e ao classificarem como fanáticos ou histéricos os que ficaram firmes em suas igrejas.
3ª Razão: Tristeza – vs. 17.
“Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ide tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos”.
Porque eles estavam tristes? Pela morte de Jesus, é claro!
Mas, também, pela injustiça praticada pelas autoridades (Como puderam colocar Jesus e Barrabás lado a lado?).
Pela indignação do povo de Israel (Como puderam escolher Barrabás?).
E, pelos problemas do grupo de Jesus ( Como é que Pedro, que era tão valente, não morreu de vergonha por negar o Mestre três vezes? E quanto aos demais, não se acovardaram também, deixando o Cristo padecer sozinho? E as mulheres, então, que na hora da crucificação até que foram valentes, mas, agora, vêm com esta história de que viram e conversaram com anjos, parecendo loucas, alucinadas?).
Estavam tristes por muitos motivos. Por isso não puderam suportar a pressão. A Bíblia diz que “… a alegria do Senhor é a nossa força”. Crente triste é crente fraco! E, quando estamos fracos, temos a tendência de nos isolarmos, de fugir, de virar a mesa, de abandonar a carreira da fé.
Cuide-se, meu irmão. Não se entristeça! Nem com as autoridades, nem com a ingratidão do povo e, muito menos ainda, com sua igreja, pois todas as igrejas do mundo são iguais: são formadas por seres humanos fracos e frágeis; valentes numa hora, covardes noutra; maravilhosos num instante, desprezíveis noutro; inspiradores em certas atitudes, desastrosos em outras.
É verdade que nenhuma igreja pode viver em pecado alegando que “toda igreja tem problemas, que nenhuma é perfeita” e não fazer nada para mudar esta situação. Se uma igreja admite isso (e a maioria admite) é porque está reconhecendo que tem problemas. Logo, tem a obrigação de dar uma parada e fazer um conserto com Deus, senão, certamente é falsa e hipócrita.
Por outro lado, no entanto, nenhum crente tem o direito de ficar triste por causa dos problemas de sua igreja, a ponto de abandoná-la. Deve, sim, orar, jejuar e promover a santidade do seu grupo, com paciência e amor. Muito amor! Se, depois de agir assim, sua igreja insistir em permanecer no pecado, então chegou a hora de pedir a Deus licença para sair em busca de um outro lugar para adorar. Porem, jamais ficar sem igreja.
4ª Razão: Saudosismo – vs. 19.
“És o único que porventura, que tendo estado em Jerusalém, ignora as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram:o que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras”.
Jesus falou diversas vezes que iria voltar para o pai e que seus discípulos iriam fazer obras maiores do que as que ele fez, mas, mesmo assim estes dois abandonaram a igreja, aquele “…que era varão profeta, poderoso em obras e palavras…” havia morrido . Jesus já era. Estava morto. Suas obras pertenciam ao passado. (e a do desviado também).
O dicionário define saudosismo como culto ao passado. Este é um dos principais motivos pelos quais muitas abandonam suas igrejas: Eles vivem do passado. Ah! No tempo daquele outro pastor, sim a gente via o poder de Deus. Ah antigamente a igreja orava mais, buscava mais a presença de Deus. Ah! No tempo dos apóstolos é que havia poder. Ah! No tempo de Jesus… E, assim vão caminhando e se distanciando, sem entender que o poder de Deus está a disposição de todo aquele que se santifica e que Deus se manifesta hoje em dia no meio do seu povo com a mesma graça e misericórdia de outrora.
É interessante observar que foi exatamente no momento do maior dos milagres de todos os tempos, a ressurreição, que este dois pensavam que o poder de Deus havia cessado.
5ª Razão: Perda de esperança – vs. 20-21.
“Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.
Naquela época os defuntos eram colocados em cavernas e não enterrados, como fazemos hoje, e a morte era oficialmente confirmada somente após três dias do sepultamento. Tudo isso para evitar que alguém fosse enterrado vivo, pois não tinham como diagnosticar os casos de morte aparente. Mas, depois de três dias, a morte era decretada e acabava-se qualquer raio de esperança dos amigos e parentes.
Cleopas e seu amigo haviam depositado todas as suas esperanças em Jesus, mas ele morreu. E, após três dias do seu sepultamento, suas esperanças se foram.
Muitas pessoas abandonaram suas igrejas porque perderem a esperança. Toda igreja passa por crise e nestas épocas, ao invés de procurar levantar o moral dos membros, muitos se apresentam como profetas, “Profetas-Só-De-Coisas-Ruins”, sempre anunciando que “há uma nuvem escura sobre a igreja”, que Deus “está pesando a mão”, que “há pecado na igreja”, etc, etc e tal.
Desconhecem a história da Igreja Cristã, que já passou por verdadeiras crises e superou cada uma delas, pois “Maior é o que está em nós, que aquele que está no mundo”Esquecem que “… em Cristo, somos mais que vencedores”.
6º Razão: Decepção – vs. 21.
“Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, já é o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.
Quanta vezes Jesus afirmou que seu reino não é deste mundo? Ele deixou claro que não veio para formar um exército, para ser o governador ou rei de uma nação, para criar uma dinastia ou qualquer destas coisas que os poderosos tanto apreciam. Apesar disto, os apóstolos pensavam que Jesus iria ser coroado e enfrentar os romanos e “redimir” (liberar) Israel.
Eles estavam confusos. Jesus, nuca falou isso para eles, nunca lhes deu qualquer esperança nesse sentido.
Ora, a Bíblia diz que quem crer em Jesus jamais será confundido. O que aconteceu com os apóstolos, para ficarem tão confusos?
Eles deixaram de ouvir as palavras de Jesus e passaram a acreditar em suas próprias ambições e devaneios.
Muitas pessoas abandonaram suas igrejas quando se decepcionaram com alguma coisa. Mas, como chegaram a este ponto?
Quando deixaram de ouvir as verdades de Deus para ouvir seus próprios corações. Quando enganam a si mesmos, afirmando e acreditando que Deus lhe prometeu alguma coisa, quando, no fundo, eles estão apenas tentando satisfazer suas ambições pessoais.
A Bíblia diz que só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus. Porém, infelizmente, muitos se decepcionam porque deixam de procurar em Jesus as respostas para suas vidas e vão atas de certos “homens e mulheres de Deus”, mendigando oração e em busca de “revelação”. Passam a dar ouvidos aos profetas e profetizas de plantão. Passam a dar mais valor a sonhos, visões e sinais, que à presença de Deus e seus ensinos.
Outros evangélicos organizam suas vidas em função de suas Igrejas e de seus líderes, de tal forma que abandonam a família, os amigos, o estudo, o auto-desenvolvimento, o laser, etc. Então, num belo dia, suas igrejas e seus líderes traem sua confiança, e a decepção vem e para fugir dela abandonamos tudo. Decepcionado! A culpa é sua, se acreditou em suas próprias ambições e organizou sua vida em função de homens e igrejas.
Jesus nunca decepcionou alguém que tenha organizado sua vida em favor dele. É hora de reconhecer o erro, para não cair mais.
7ª Razão: Falta de Fé, descrença – vs. 22-25.
“…mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. È verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, as quais afirmam que ele vive. De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidãodo que disseram as mulheres; mas não o viram”.
Quase que dá para ouvir o tom de desprezo deles em relação ao testemunho das mulheres, quando se referiram a elas como “algumas mulheres”.
Não eram apenas algumas mulheres. Eram mulheres bem conhecidas do grupo. Mulheres respeitadas, que tinham nome e sobrenome. Mulheres que apóiam o ministério de Jesus todo o tempo, não só financeiramente, mas, principalmente, com o serviço de suas próprias vidas. Mas, nada disso tinha qualquer valor para Cleopas e seu companheiro. Imediatamente, eles desqualificaram o testemunho delas, por serem apenas mulheres.
Mas, sua descrença não ficou por ai. Descreram, também, do testemunho dos homens (De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram). A primeira vista parece que o testemunho dos homens os deixou propensos a crer, mas, não! Se tivessem crido no testemunho daqueles verdadeiros servos de Deus, JAMAIS TERIAM IDO EMBORA para Emaús.
Descreram da própria ressurreição, apesar dela ter sido apregoada por Jesus.
Em resumo, descreram das mulheres, dos homens e do poder de Deus. Não é à toa que a repreensão de Jesus foi tão severa.
Um dos motivos que levam as pessoas a abandonar suas igrejas é quando elas passam a agir de modo semelhante.
É verdade que nas igrejas têm muita gente exagerada, para dar um “tremendo testemunho” tentando impressionar, para conquistar o respeito dos amigos do grupo.
Por outro lado, no entanto, há os casos verdadeiros. Testemunho verídicos, comedidos, isentos de exageros. Pessoas que, de fato, tem experimentado uma dose maior da graça de Deus.
Alguém certa vez disse: para quem quer crer, nenhuma prova é preciso; para quem não quer crer, nenhuma prova basta.
Seja crente, de verdade. Seja sábio e prudente, mas crente. Jamais acredite em tudo; jamais duvide de tudo. O crente vive pela fé não por preconceitos.
Eu estaria mentindo, se lhe dissesse que é fácil voltar ou recuperar a alegria do primeiro amor. Não é nada fácil; mas não é impossível. O texto mostra uma lista de eventos que motivaram aqueles dois a voltar correndo para Jerusalém.
- a) Jesus foi atrás deles;
- b) Jesus ouviu suas queixas;
- c) Jesus falou aos seus corações:
“E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras”, de tal modo que seus “corações ardiam”.
- d) Eles convidaram Jesus para entrarem em sua casa;
- e) Jesus restaurou a comunhão (no partir do pão);
- f) Jesus abriu seus olhos (tirou a cegueira espiritual);
- g) Eles voltaram correndo para Jerusalém.
Note que, dos sete eventos que os culminaram na volta deles, somente dois foram de iniciativa humana; quanto aos demais, foram de iniciativa e Jesus.
Em outras palavras: Se Deus não tiver misericórdia da vida daquela pessoa ela jamais conseguirá voltar à sua igreja ou jamais conseguirá sentir a mesma alegria de início.
É incrível como as pessoas confundem Jesus Cristo com Igreja. Neste mesmo blog se afirma que “Hoje não é mais suficiente apenas conhecer as doutrinas e os fatos. Na sociedade agitada dos dias atuais as pessoas estão em busca de algo mais profundo e mais significativo, que faça sentido em suas vidas”. Eu entendo que estão se referindo às doutrinas de Jesus conforme Marcos Capítulo 1. Ora se o conhecimentos das doutrinas e dos fatos não são mais suficientes e que será que pode ser mais profundo que isso? A Visão do MDA? Visão esta criada por um homem que copiou de muitos? Quando Pedro pregou um sermão e se converteram 3.000 pessoas elas se afastaram depois? Não havia o MDA ainda para dar garantias de sucesso.
CurtirCurtir
Querido irmão Maxwell Alves, concordo com o irmão em que muitos confundem, mas eu, responsável por este blog creio que Jesus é Deus e igreja somos nós (resumidamente falando). Neste mesmo blog que o sr. Destacou existir a seguinte afirmação – “Hoje não é mais suficiente apenas conhecer as doutrinas e os fatos. Na sociedade agitada dos dias atuais as pessoas estão em busca de algo mais profundo e mais significativo, que faça sentido em suas vidas” – VAMOS CONTEXTUALIZAR – esta afirmação faz parte do projeto da Escola ministerial. Pegar esta frase isolada sem considerar todo o seu contexto seria um erro – o projeto da escola ministerial não deve ser interpretado a partir de um parágrafo, mas por todo o projeto. Então, este blog tem como objetivo, auxiliar aqueles que querem trabalhar com a ferramenta de trabalho chamada MDA. E sobre o sucesso, da maneira que o senhor nominou, pareceu-me um tanto pejorativo. Não tiro a razão do senhor – infelizmente muitos estão se perdendo, confundindo uma ferramenta de trabalho – um método – com uma identidade eclesiástica e até teológica. Realmente os movimentos celulares são polêmicos, porém, não se pode julgar um método apenas por algumas partes ou pelas más atitudes de alguns. Particularmente eu conheço o Pr Abe e não vejo nada em seu ministério que o desabone ou condene e se ele copiou e copiou de outros – da maneira como é, somente ele, em nossa “época” tem alcançado “sucesso” em relação a ganhar almas e discipulá-las. Me perdoe por qualquer afirmação incompleta e quero afirmar que amo o irmão em Cristo Jesus.
Fico a disposição – Pr Andre – Itapoá, 17 de fevereiro de 2015.
CurtirCurtir
Querido irmão Maxwel, feridas se curam diante da cruz. Por suas palavras o vejo como alguém ferido, abusado espiritualmente, frustrado com pessoas. Não é diferente do que aconteceu com aqueles discípulos no caminho de Emaús. Quando falamos de Igreja, falamos de relacionamentos centrados e voltados para a cruz. Não se permite viver no toque e compasso de suas feridas. Ainda está em tempo, procure ajuda, com certeza encontrará, pessoas, pastores e igrejas que o ajudarão. Não tome minhas palavras como repreensão, ou juízo sobre sua vida. Não o culpo por se expor, pois vejo como um pedido de socorro. No amor de Cristo. Wilson Tadeu
CurtirCurtir
Shalom!
Hoje pesquisando na internet assuntos a respeito de células e outras coisas, me deparei com esse blog.
O comentário acima ” É incrível como as pessoas confundem Jesus Cristo com Igreja”.
Acredito que não seja verdade, mais deveria porque a igreja é Cristo agindo na terra. Somos o Corpo de Cristo pelo menos é o que a Bíblia diz e se acredito na Bíblia devo acreditar nisso também correto?
Ele é o cabeça nós o corpo essas coisas, por isso o nome cristão (que era um apelido “cristozinhos”, matarão Cristo e parece que surgiu um monte de cristozinhos.
Somos os filhos de Deus, herdeiros e coerdeiros, adotados é verdade mas pra quê melhor? Adotado significa que o Pai tomou a iniciativa de nos colocar na família Dele.
Ele nos ama mesmo e nos predestinou para sermos filhos.
CurtirCurtir
Uma pessoa que ignora o valor da ferramenta MDA está desinformada ou má intencionada. Claro que existem muitas excelentes ferramentas, cada qual com seu valor. Mas todas elas devem preservar a essência do método de Jesus. O discipulado de Jesus não era formal como em uma sala de aula. Eles caminhavam juntos, comiam juntos e trabalhavam juntos. Seus discípulos não eram meros expectadores. Não era apenas uma plateia recebendo informações de um orador. O discipulado de Jesus é transferência de vida. É um por um. É vida na vida. É pessoal, íntimo, prático e poderoso. https://www.pastoradrianoalves.com.br/2018/04/o-que-e-ser-igreja-significado.html
CurtirCurtir